Madrigal 22
Não desejo de Tempe o verde prado Em perpetua e risonha primavera : O valle não desejo de Cythéra Sempre de puros lyrios esmaltado : Se chego a merecer teu doce agrado, O' Glaura, que ventura! Nesta alegre espessura, A' sombra recostado, Veio de Tempe e de Cythéra as flores, E as lindas graças e os fieis amores,