Madrigal 22 Glaura: poemas eróticos · Capítulo 90 de 122
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Madrigal 22

Não desejo de Tempe o verde prado Em perpetua e risonha primavera : O valle não desejo de Cythéra Sempre de puros lyrios esmaltado : Se chego a merecer teu doce agrado, O' Glaura, que ventura! Nesta alegre espessura, A' sombra recostado, Veio de Tempe e de Cythéra as flores, E as lindas graças e os fieis amores,

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