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Falas de civilização, e de não dever ser

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Sobre este livro

Neste poema, Caeiro rejeita com firmeza os discursos sobre civilização, progresso ou destino coletivo. Para ele, essas ideias são artifícios que afastam o ser humano do real e do simples. Quando alguém fala de “civilização”, Caeiro sente que está ouvindo algo que nega a verdade imediata das coisas — o campo, o sol, o corpo. A sua resposta é clara: não se deve ser outra coisa senão aquilo que já se é. Uma crítica ao excesso de pensamento e à perda da ligação com o natural.

Detalhes do produto

AutorAlberto Caeiro
EditoraLiterunico
Ano de publicação0000
Gênerooutro
ISBN / LiteBNLITEBN-978651009620677073015375
Páginas A5A confirmar

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