por Eduardo Galeano
Tratar a memória como coisa viva, bicho inquieto - assim faz Eduardo Galeano quando escreve. Sua memória pessoal e a nossa memória coletiva, da América. Quando escreve, ele mostra que a história pode - e deve - ser contada a partir de pequenos momentos, aqueles que sacodem a alma...
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O LIVRO DOS ABRAçOS · APRESENTAÇÃO
Tratar a memória como coisa viva, bicho inquieto - assim faz Eduardo Galeano quando escreve. Sua memória pessoal e a nossa memória coletiva, da América. Quando escreve, ele mostra que a história pode - e deve - ser contada a partir de pequenos momentos, aqueles que sacodem a alma...
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