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Neste título, Júlia Lopes de Almeida reúne duas histórias centradas em famílias que enfrentam momentos inesperados. Em ambos os contos, pequenos gestos desencadeiam situações que expõem fragilidades e contrastes entre gerações, mostrando como vínculos próximos podem se transforma...
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.940
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.840
#9Ecliptica: Caminhos de Sangue e Prata1.711
#10SE EU TIVESSE ASAS1.680
Posição em Clássicos
#1
#114 de Julho na roça0
#23450
#3A alma das coisas0
#4A alma das flores e Ondas de ouro: Dois contos de Júlia Lopes de Almeida0
#5A Ama-Seca0
#6A anedota pecuniária0
#7A barricada0
#8A batalha dos livros0
#9A bico de pena: fantasias, contos e ferfis (coleção revivendo, nº 4)0
#10A cabeça do engraxate0
Descrição Completa
Neste título, Júlia Lopes de Almeida reúne duas histórias centradas em famílias que enfrentam momentos inesperados. Em ambos os contos, pequenos gestos desencadeiam situações que expõem fragilidades e contrastes entre gerações, mostrando como vínculos próximos podem se transformar diante de escolhas impensadas, memórias falhas ou expectativas que não se cumprem.
Em "A primeira bebedeira", a autora acompanha um jovem que experimenta o álcool pela primeira vez e acaba tomando atitudes impensadas. Entre impulsos e exibicionismos, ele magoa a moça por quem sente interesse e se afasta da mãe justamente no dia do aniversário dela. Quando as consequências daquela noite aparecem, ele não demonstra arrependimento nem tenta desfazer o que fez, mas ainda assim é a mãe quem o ajuda, revelando um cuidado que permanece mesmo diante da ingratidão do filho.
Em "A boa lua", surge o centenário tio Samé, que já esqueceu nomes, datas e histórias inteiras, mas conserva com precisão o momento certo de plantar. A família, impaciente com suas manias e distrações, recorre a ele sempre que precisa desse conhecimento, usando sua memória seletiva como ferramenta mesmo quando pouco se importa com o resto de sua vida. Entre falhas de lembrança e lampejos de uma sabedoria antiga, o velho segue ocupando um lugar ambíguo na casa, respeitado apenas quando convém.