Macunaíma é um romance de 1928 do escritor brasileiro Mário de Andrade, considerado um dos grandes romances modernistas do Brasil.
A personagem-título, um herói sem nenhum caráter (anti-herói), é um índio que representa o povo brasileiro, mostrando a atração pela cidade grande...
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#167
#1Bergmann5.773
#2Pela estrada à fora5.422
#3A barreira de AlDahin4.964
#4Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#5O Túnel do Tempo1.888
#6Princesinha do Papai1.751
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.655
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.608
#9SE EU TIVESSE ASAS1.505
#10Próxim Estação1.451
Posição em ficcao
#11
#1Uma história de uma vida590
#2O dia em que sai do meu corpo580
#3NAS QUEBRADA DO SERTÃO HÁ HEROIS PARA O POVO321
#4As Três Gerações243
#5MEGAN98
#6Contos do Tempo e da Terra, do Fogo e do Mar91
#7As Vozes do Espelho41
#8Inimigo à espreita!27
#9Revista Independente te vejo nas entrelinhas22
#10Cartografia das Ausências1
Descrição Completa
Macunaíma é um romance de 1928 do escritor brasileiro Mário de Andrade, considerado um dos grandes romances modernistas do Brasil.
A personagem-título, um herói sem nenhum caráter (anti-herói), é um índio que representa o povo brasileiro, mostrando a atração pela cidade grande de São Paulo e pela máquina. A frase característica da personagem é "Ai, que preguiça!". Como na língua indígena o som "ai que" significa "preguiça", Macunaíma seria duplamente preguiçoso. A parte inicial da obra assim o caracteriza: "No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite."
A obra é considerada um indianismo moderno e é escrita sob a ótica cômica. Critica o Romantismo, utiliza os mitos indígenas, as lendas, provérbios do povo brasileiro e registra alguns aspectos do folclore do país até então pouco conhecidos (rapsódia). O livro possui estrutura inovadora, não seguindo uma ordem cronológica e espacial. É uma obra surrealista, onde se encontram aspectos ilógicos, fantasiosos e lendas.Adota como protagonista uma personagem fantasiosa e complexa, na qual se misturam os mais diversos traços de nossa formação cultural.Com uma critica maior à linguagem culta já vista no Brasil.
Em Macunaíma, Andrade tenta escrever um romance que represente o multi-culturalismo brasileiro. A obra valoriza as raízes brasileiras e a linguagem dos brasileiros, buscando aproximar a língua escrita ao modo de falar paulistano. Mário de Andrade tinha uma ideia de uma "gramatitinha" brasileira que desvincularia o português do Brasil do de Portugal, o que, segundo ele, vinha se desenrolando no país desde o Romantismo. Ao longo da obra são comuns as substituições de "se" por "si", "cuspe" por "guste", dentre outras.
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