A uma taça feita de um crânio humano
Em A uma taça feita de um crânio humano, Castro Alves revela sua veia mais sombria e reflexiva. O poema é uma meditação sobre a morte, a vaidade humana e o destino inevitável, inspirada em uma peça macabra: uma taça esculpida em um crânio real. Com imagens fortes e linguagem solene, o poeta constrói uma crítica à efemeridade da vida e ao orgulho dos homens, reforçando sua habilidade em unir beleza poética e consciência trágica.
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