Falaram-me os homens em humanidade
Neste poema, Caeiro escuta os homens falarem em "humanidade" — um conceito abstrato que para ele não tem valor real. Ele rejeita essas ideias coletivas, que não cabem na sua forma de ver o mundo. Para Caeiro, não existe "a humanidade", mas sim cada homem, cada coisa, cada instante, únicos e suficientes em si. A simplicidade da sua visão desmonta os grandes discursos e devolve tudo ao que é visível, presente e tocável. Ele não quer saber do mundo ideal — quer apenas o mundo real, que se vê sem pe...
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