No jardim de buxo, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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No salao de pedra, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No patio de cal, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No claustro da tarde, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U