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Antônio Silvino: O Rei dos Cangaceiros
“Antônio Silvino: O Rei dos Cangaceiros”, um vibrante cordel de Leandro Gomes de Barros, transporta os leitore...
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“Antônio Silvino: O Rei dos Cangaceiros”, um vibrante cordel de Leandro Gomes de Barros, transporta os leitore...
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Canto de Amor é um poema lírico de Casimiro de Abreu que exalta os sentimentos puros e intensos do amor juveni...
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"Cena Íntima" é um poema marcado pela sensibilidade e pelo tom nostálgico característico de Casimiro de Abreu....
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"Folha Negra" é um poema marcado pelo tom melancólico e introspectivo característico de Casimiro de Abreu. A o...
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"Horas Tristes" é um poema que expressa a melancolia e a saudade tão presentes na obra de Casimiro de Abreu. C...
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"A Esfinge sem Segredo" é um conto curto de Oscar Wilde que explora o mistério, a idealização do amor e a iron...
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Em A Cruz Mutilada, Alexandre Herculano constrói uma narrativa simbólica e melancólica que denuncia a intolerâ...
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Em A Arrábida, Alexandre Herculano exalta a beleza natural da serra homônima e reflete sobre a espiritualidade...
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Em A Morte do Lidador, Alexandre Herculano narra com heroísmo e emoção os últimos momentos de Geraldo Sem Pavo...
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Em A Dama do Pé-de-Cabra, Alexandre Herculano recria uma antiga lenda medieval portuguesa, mesclando elementos...
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Em D. Pedro, Alexandre Herculano traça um perfil histórico do rei D. Pedro I de Portugal, também conhecido com...
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Neste retrato poético da Salvador colonial, Gregório de Matos revela os bastidores da cidade por meio de seus...
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Nesta composição mordaz, Gregório de Matos retrata a figura de Antônia, uma das tantas personagens populares e...
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Nesta sátira vibrante, Gregório de Matos apresenta Bárbora, também chamada Babu, como uma das figuras emblemát...
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Na figura de Cota, Gregório de Matos continua seu retrato crítico e mordaz da sociedade baiana colonial. Com i...
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Na figura de Custódia, Gregório de Matos volta a aplicar seu olhar crítico e sarcástico sobre os personagens c...
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Em Briga, Briga, Gregório de Matos lança seu olhar crítico e bem-humorado sobre os constantes conflitos e deso...
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Ao retratar a figura da freira com a expressão provocativa “ralo, roda e grade”, Gregório de Matos desmonta a...
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Ao satirizar os letrados, Gregório de Matos expõe as pretensões e vaidades da elite intelectual e jurídica da...
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Na personagem Joana, Gregório de Matos continua sua tradição satírica de retratar figuras populares da Salvado...
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Em Espada e Espadilha, Gregório de Matos ironiza os hábitos e as aparências da elite masculina da Salvador col...
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No poema Juízes do Iguaraçu, Gregório de Matos mira sua sátira nos magistrados da justiça colonial, revelando...
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Em Santos Unhates, Gregório de Matos recorre à sátira mais impiedosa para denunciar a hipocrisia dos que se fi...
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A noite desce, o calor soçobra um pouco é um poema marcado pela serenidade e contemplação naturalista típica d...
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A água chia no púcaro que elevo à boca é um poema que exemplifica a atenção sensorial e imediata de Alberto Ca...
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A manhã raia é um poema em que Alberto Caeiro celebra o nascer do dia com a simplicidade e a presença caracter...
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A guerra que aflige com seus esquadrões é um poema em que Alberto Caeiro, fiel à sua visão direta e natural do...
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A espantosa realidade das cousas é um dos poemas mais representativos da filosofia poética de Alberto Caeiro....
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A criança que pensa em fadas é um poema singelo e direto de Alberto Caeiro, no qual ele expressa sua visão de...
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Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto é um poema que ilustra a valorização do efêmero e do natural e...
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Ah! Querem uma luz melhor é um poema em que Alberto Caeiro critica a busca por explicações e sentidos mais “el...
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Agora que sinto amor mostra um lado sensível de Alberto Caeiro, sem abandonar sua visão naturalista. Ao falar...
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Acordo de noite subitamente é um poema que retrata um momento de vigília simples e silenciosa. Alberto Caeiro...
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Acho tão natural que não se pense expressa a convicção central de Alberto Caeiro de que o pensamento excessivo...
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Aceita o universo é um poema que revela a essência da filosofia poética de Alberto Caeiro: aceitar as coisas c...
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Ao entardecer é um poema que reflete a simplicidade contemplativa de Alberto Caeiro. Nele, o poeta observa o f...
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Da minha aldeia vejo quanto a terra é um dos poemas mais representativos da filosofia de Alberto Caeiro. Nele,...
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Da mais alta janela da minha casa é um poema em que Alberto Caeiro expressa sua visão contemplativa do mundo....
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Creio que irei morrer é um poema de tom sereno e direto, no qual Alberto Caeiro aborda a morte sem medo, misté...
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Como um grande borrão de fogo sujo é um poema em que Alberto Caeiro observa o pôr do sol de forma crua e desro...
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Como quem num dia de verão abre a porta de casa é um poema que expressa a leveza e naturalidade com que Albert...
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"De longe vejo passar no rio um navio" é um poema que revela a essência da poesia de Alberto Caeiro: uma obser...
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"Deito-me ao comprido na erva" expressa a comunhão direta entre o poeta e a natureza. Alberto Caeiro, em sua s...
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"Deste modo ou daquele modo" reflete a filosofia natural de Alberto Caeiro, que vê o mundo com aceitação e lev...
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"Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora" é um dos poemas mais emblemáticos da recusa de Alberto Caeiro...
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"Dizes-me: tu és mais alguma cousa" é um poema em que Alberto Caeiro reafirma sua recusa a qualquer profundida...
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"Entre o que vejo" é um poema que reafirma a clareza e a transparência com que Alberto Caeiro encara o mundo....
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"Esta tarde a trovoada caiu" mostra a forma como Alberto Caeiro se relaciona com os fenômenos da natureza: com...
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"Estas quatro canções, escrevi-as estando doente" revela um Caeiro fragilizado fisicamente, mas ainda fiel à s...
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Neste poema, Caeiro escuta os homens falarem em "humanidade" — um conceito abstrato que para ele não tem valor...
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Neste poema, Caeiro rejeita com firmeza os discursos sobre civilização, progresso ou destino coletivo. Para el...
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Caeiro confessa, com uma sinceridade quase infantil, que leu “quase duas páginas” de um pensador — e isso bast...
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Neste poema breve e essencial, Caeiro capta a leveza como essência da existência. “Leve, leve, muito leve” — a...
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Ao ouvir falar de São Francisco de Assis, Caeiro reconhece afinidades, mas recusa qualquer santidade. Ele admi...
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Neste poema, Caeiro contempla a neve como quem observa o mundo pela primeira vez. A imagem da “toalha calada”...
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Neste poema, Crispiano Neto homenageia Gilberto Amado como quem escreve para um espírito inquieto e multifacet...
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Neste poema, Crispiano Neto revisita as feridas históricas deixadas pelo preconceito e pela desigualdade. Ao e...
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Na Écloga de Jano e Franco, Bernardim Ribeiro transforma o campo em palco de confidências e melancolia. Dois p...
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O amor, na poesia de Abade de Jazente, é comparado a um ardor silencioso, que consome sem ser percebido. Com p...
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A manhã fresca e o vento sereno fazem da natureza um convite ao descanso e à reflexão. Com versos que exploram...