Universo da obra
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Neste poema, Crispiano Neto revisita as feridas históricas deixadas pelo preconceito e pela desigualdade. Ao evocar Afonso Arinos — referência à luta contra o racismo institucional —, o autor não apenas homenageia, mas também denuncia. A poesia torna-se ferramenta de memória e resistência, clamando por um Brasil que reconheça sua dívida com os marginalizados. A força dos versos está no compromisso com a verdade e na urgência de justiça. Neto escreve como quem se recusa a esquecer, como quem exige que a história mude de tom.
Neste poema, Crispiano Neto revisita as feridas históricas deixadas pelo preconceito e pela desigualdade. Ao evocar Afonso Arinos — referência à luta contra o racismo institucional —, o autor não apenas homenageia, mas também denuncia. A poesia torna-se ferramenta de memória e resistência, clamando por um Brasil que reconheça sua dívida com os marginalizados. A força dos versos está no compromisso com a verdade e na urgência de justiça. Neto escreve como quem se recusa a esquecer, como quem exige que a história mude de tom.
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