Universo da obra
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Meditativo e melancólico, Em tudo havia beleza é uma reflexão sobre a perda e uma exploração poderosa de um narrador tão extraordinário quanto completamente ordinário – que se destaca e representa todos nós – capaz de transformar seu tormento em algo belo e redentor. Em um lugar de desencanto, um homem de meia idade tenta se reerguer, mesmo desconfiando a todo tempo da inutilidade de seu esforço. Como ponto de partida, ele retorna, nesta narrativa confessional, a seu lugar de origem – à cidade que, antes de ser sua, foi de seus pais, ambos recentemente falecidos. Em meio a seus fantasmas – o divórcio, a distância imposta pelos filhos, a relação de excessos com o álcool –,Manuel Vilas escreve um testemunho de tudo o que uma família pode oferecer e sonegar. "Não ser amado não dói: na verdade assusta ou aterroriza. Acabamos pensando que se não nos amam é porque existe alguma razão poderosa que justifica que não nos amem. Se não nos amam, o fracasso é nosso." “Livro potente, sincero, muitas vezes seco, sobre a perda dos pais, sobre a dor das palavras não ditas e sobre a necessidade de amar e ser amado. Muito bem escrito, além disso. Não é de se estranhar que tenha tanto sucesso.” – Fernando Aramburu
Meditativo e melancólico, Em tudo havia beleza é uma reflexão sobre a perda e uma exploração poderosa de um narrador tão extraordinário quanto completamente ordinário – que se destaca e representa todos nós – capaz de transformar seu tormento em algo belo e redentor. Em um lugar de desencanto, um homem de meia idade tenta se reerguer, mesmo desconfiando a todo tempo da inutilidade de seu esforço. Como ponto de partida, ele retorna, nesta narrativa confessional, a seu lugar de origem – à cidade que, antes de ser sua, foi de seus pais, ambos recentemente falecidos. Em meio a seus fantasmas – o divórcio, a distância imposta pelos filhos, a relação de excessos com o álcool –,Manuel Vilas escreve um testemunho de tudo o que uma família pode oferecer e sonegar. "Não ser amado não dói: na verdade assusta ou aterroriza. Acabamos pensando que se não nos amam é porque existe alguma razão poderosa que justifica que não nos amem. Se não nos amam, o fracasso é nosso." “Livro potente, sincero, muitas vezes seco, sobre a perda dos pais, sobre a dor das palavras não ditas e sobre a necessidade de amar e ser amado. Muito bem escrito, além disso. Não é de se estranhar que tenha tanto sucesso.” – Fernando Aramburu
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