Universo da obra
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O Reino da Estupidez é um conjunto de ensaios e crónicas publicadas por Jorge de Sena em 1978. A publicação beneficia e desfruta da liberdade que se seguiu, e da inexistência da Censura, incidindo as crónicas, que antes não poderiam ter sido publicadas, sobre temas não-literários (com a excepção camoniana), satirizando situações ou problemas portugueses, brasileiros ou americanos e denunciando «contradições ridiculamente significativas». Estes textos, e citamos Jorge de Sena, constituem uma colecção «amplamente instrutiva e divertida, de ensaios e outros textos de notabilíssima qualidade cultural, altíssimo valor educativo e palpitantíssima actualidade, interessando igualmente a homens, mulheres, soldados e crianças (como dizia o Avô do autor ao enumerar o género humano, e ele tinha três filhos na tropa, todos homens) de todos os partidos e inteiros em mais de um país do supracitado Reino, independentemente do propriamente dito. Sem nenhuma das licenças necessárias à impressão e distribuição de tão oportunos desaforos.» O leitor encontrará aqui extraordinárias aventuras onomásticas, um festival de besteira, respeitáveis ossos de monarcas e até uma muito revolucionária sessão de esclarecimento do nosso mítico PREC. Tudo, diz Sena, «para glória e ilustração da estupidez sempre reinante».
O Reino da Estupidez é um conjunto de ensaios e crónicas publicadas por Jorge de Sena em 1978. A publicação beneficia e desfruta da liberdade que se seguiu, e da inexistência da Censura, incidindo as crónicas, que antes não poderiam ter sido publicadas, sobre temas não-literários (com a excepção camoniana), satirizando situações ou problemas portugueses, brasileiros ou americanos e denunciando «contradições ridiculamente significativas». Estes textos, e citamos Jorge de Sena, constituem uma colecção «amplamente instrutiva e divertida, de ensaios e outros textos de notabilíssima qualidade cultural, altíssimo valor educativo e palpitantíssima actualidade, interessando igualmente a homens, mulheres, soldados e crianças (como dizia o Avô do autor ao enumerar o género humano, e ele tinha três filhos na tropa, todos homens) de todos os partidos e inteiros em mais de um país do supracitado Reino, independentemente do propriamente dito. Sem nenhuma das licenças necessárias à impressão e distribuição de tão oportunos desaforos.» O leitor encontrará aqui extraordinárias aventuras onomásticas, um festival de besteira, respeitáveis ossos de monarcas e até uma muito revolucionária sessão de esclarecimento do nosso mítico PREC. Tudo, diz Sena, «para glória e ilustração da estupidez sempre reinante».
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