Universo da obra
Universo da obra
Neste título, Júlia Lopes de Almeida reúne duas histórias centradas em famílias que enfrentam momentos inesperados. Em ambos os contos, pequenos gestos desencadeiam situações que expõem fragilidades e contrastes entre gerações, mostrando como vínculos próximos podem se transformar diante de escolhas impensadas, memórias falhas ou expectativas que não se cumprem.
Em "A primeira bebedeira", a autora acompanha um jovem que experimenta o álcool pela primeira vez e acaba tomando atitudes impensadas. Entre impulsos e exibicionismos, ele magoa a moça por quem sente interesse e se afasta da mãe justamente no dia do aniversário dela. Quando as consequências daquela noite aparecem, ele não demonstra arrependimento nem tenta desfazer o que fez, mas ainda assim é a mãe quem o ajuda, revelando um cuidado que permanece mesmo diante da ingratidão do filho.
Em "A boa lua", surge o centenário tio Samé, que já esqueceu nomes, datas e histórias inteiras, mas conserva com precisão o momento certo de plantar. A família, impaciente com suas manias e distrações, recorre a ele sempre que precisa desse conhecimento, usando sua memória seletiva como ferramenta mesmo quando pouco se importa com o resto de sua vida. Entre falhas de lembrança e lampejos de uma sabedoria antiga, o velho segue ocupando um lugar ambíguo na casa, respeitado apenas quando convém.
Fonte MEC Livros: https://meclivros.mec.gov.br/search/view-work?id=1002491
Neste título, Júlia Lopes de Almeida reúne duas histórias centradas em famílias que enfrentam momentos inesperados. Em ambos os contos, pequenos gestos desencadeiam situações que expõem fragilidades e contrastes entre gerações, mostrando como vínculos próximos podem se transformar diante de escolhas impensadas, memórias falhas ou expectativas que não se cumprem.
Em "A primeira bebedeira", a autora acompanha um jovem que experimenta o álcool pela primeira vez e acaba tomando atitudes impensadas. Entre impulsos e exibicionismos, ele magoa a moça por quem sente interesse e se afasta da mãe justamente no dia do aniversário dela. Quando as consequências daquela noite aparecem, ele não demonstra arrependimento nem tenta desfazer o que fez, mas ainda assim é a mãe quem o ajuda, revelando um cuidado que permanece mesmo diante da ingratidão do filho.
Em "A boa lua", surge o centenário tio Samé, que já esqueceu nomes, datas e histórias inteiras, mas conserva com precisão o momento certo de plantar. A família, impaciente com suas manias e distrações, recorre a ele sempre que precisa desse conhecimento, usando sua memória seletiva como ferramenta mesmo quando pouco se importa com o resto de sua vida. Entre falhas de lembrança e lampejos de uma sabedoria antiga, o velho segue ocupando um lugar ambíguo na casa, respeitado apenas quando convém.
Fonte MEC Livros: https://meclivros.mec.gov.br/search/view-work?id=1002491
Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.
Adquira Relíquias do Livro como colaboração ao autor e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!
Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.
Durante a leitura, abra Menu para ajustar a experiência sem sair do capítulo. As preferências de aparência ficam salvas neste aparelho.
Recursos identificados como “em preparo” aparecem para antecipar a evolução do leitor, mas ainda não executam uma ação.