Universo da obra
Universo da obra
Um clássico queer da literatura latino-americana em nova e primorosa tradução. Em uma prisão argentina, dois homens compartilham uma cela: Molina, um vitrinista gay egocêntrico, autodepreciativo, mas também muito charmoso; e Valentín, um revolucionário articulado e ferozmente dogmático, assombrado pelas lembranças de uma mulher que precisou abandonar em nome da luta política. Às vezes, eles conversam a noite toda. Na escuridão silenciosa da cadeia em Buenos Aires, Molina reconstrói as histórias brilhantes e frágeis dos filmes que venera enquanto o cínico companheiro o escuta. Valentín acredita na causa justa que torna todo sofrimento suportável; Molina acredita na magia do amor que torna todo o resto suportável. Embora dividam pouco mais que uma cela, os dois vão construindo um vínculo íntimo e um relacionamento comovente. Aquilo que começa como uma interação cautelosa lentamente floresce em uma amizade profunda, desafiando suas percepções sobre amor, lealdade e sacrifício. Clássico da literatura argentina, publicado em 1976 — e que depois viraria filme e musical da Broadway —, O beijo da mulher-aranha é uma obra-prima queer, uma meditação sobre política e também um elogio dos afetos inesperados. O romance de Puig é uma exploração magistral do espírito humano — entre o amor e a vitimização, a fantasia e a realidade. Uma narrativa cativante sobre o poder transformador da conexão humana mesmo nos lugares mais sombrios.
Fonte MEC Livros: https://meclivros.mec.gov.br/search/view-work?id=1001080
Um clássico queer da literatura latino-americana em nova e primorosa tradução. Em uma prisão argentina, dois homens compartilham uma cela: Molina, um vitrinista gay egocêntrico, autodepreciativo, mas também muito charmoso; e Valentín, um revolucionário articulado e ferozmente dogmático, assombrado pelas lembranças de uma mulher que precisou abandonar em nome da luta política. Às vezes, eles conversam a noite toda. Na escuridão silenciosa da cadeia em Buenos Aires, Molina reconstrói as histórias brilhantes e frágeis dos filmes que venera enquanto o cínico companheiro o escuta. Valentín acredita na causa justa que torna todo sofrimento suportável; Molina acredita na magia do amor que torna todo o resto suportável. Embora dividam pouco mais que uma cela, os dois vão construindo um vínculo íntimo e um relacionamento comovente. Aquilo que começa como uma interação cautelosa lentamente floresce em uma amizade profunda, desafiando suas percepções sobre amor, lealdade e sacrifício. Clássico da literatura argentina, publicado em 1976 — e que depois viraria filme e musical da Broadway —, O beijo da mulher-aranha é uma obra-prima queer, uma meditação sobre política e também um elogio dos afetos inesperados. O romance de Puig é uma exploração magistral do espírito humano — entre o amor e a vitimização, a fantasia e a realidade. Uma narrativa cativante sobre o poder transformador da conexão humana mesmo nos lugares mais sombrios.
Fonte MEC Livros: https://meclivros.mec.gov.br/search/view-work?id=1001080
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