Universo da obra
Universo da obra
Dizia-se que o condor não voava apenas para caçar ou medir o vento. Voava para contar às montanhas aquilo que os homens faziam nos vales. Quando uma aldeia esquecia de agradecer pela água, o condor subia até o cume e batia as asas sobre a neve. Então o rio diminuía, não por castigo, mas para que todos lembrassem que nada que corre é garantido para sempre. Uma menina subiu com uma tigela de barro, ofereceu milho e cantou para a montanha. No dia seguinte, o rio voltou com voz mais clara.
Adaptação editorial brasileira inspirada em motivos da tradição oral andina e equatoriana, preparada como porta de entrada para o Equador na Copa do Mundo Literunico. Por se tratar de tradição oral e síntese Literunico, não corresponde a uma obra original única vinculável.
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