Da vencedora do Nobel, um romance que revisita A montanha mágica para criar uma história sem igual que mescla horror, ironia, comédia e parábola feminista. Görbensdorf, Baixa Silésia, 1913. O jovem polonês Miecysław Wojnicz, estudante de engenharia de saneamento, chega ao sanatór...
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Posição desta obra
#184
#1Bergmann6.462
#2Pela estrada à fora5.873
#3A barreira de AlDahin5.698
#4Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#5O Túnel do Tempo2.132
#6Princesinha do Papai2.014
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.901
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.822
#9Ecliptica: Caminhos de Sangue e Prata1.679
#10SE EU TIVESSE ASAS1.675
Posição em Literatura
#1
#1Crime e Castigo0
#2O Morro dos Ventos Uivantes0
#3Gente Pobre0
#4O Morro dos Ventos Uivantes0
#5A Metamorfose0
#6Aproximações. Ensaios sobre literatura0
#7Coração sem medo0
#8Crime e Castigo0
#9Crime e castigo0
#10Dostoiévski para Ocupados: Crime e Castigo0
Descrição Completa
Da vencedora do Nobel, um romance que revisita A montanha mágica para criar uma história sem igual que mescla horror, ironia, comédia e parábola feminista. Görbensdorf, Baixa Silésia, 1913. O jovem polonês Miecysław Wojnicz, estudante de engenharia de saneamento, chega ao sanatório local em busca de ar puro e de uma cura para sua tuberculose, numa época em que, sem a vacina, só restava buscar repouso absoluto, o clima das montanhas e uma boa alimentação. Hospeda-se no pensionato para cavalheiros de Wilhelm Opitz, onde encontra outros enfermos vindos de todos os cantos do continente europeu. À tarde, embalados por generosas doses de licor, os hóspedes conversam sobre os mais variados temas. Qual a diferença entre o divino e o humano? Haverá guerra no continente? As mulheres nascem inferiores? Existem demônios? É preferível a monarquia ou a democracia? Ao ler um texto de autoria desconhecida, é possível deduzir se foi escrito por um homem ou por uma mulher? Porém, nesse mesmo lugar supostamente idílico passam a acontecer coisas inquietantes: a esposa do dono da pensão aparentemente se suicidara há pouco tempo, circulam rumores de que nas montanhas ao redor ocorrem mortes violentas e intui-se a presença de alguém ou de algo que observa e espreita. Enquanto se fala de assassinatos rituais e de bruxas — as empusas do título — que teriam encontrado refúgio na floresta, Wojnicz caminha ao encontro de forças obscuras que ele não sabe que já se interessam por ele, pois, em segundo plano desse simpósio de misóginos, eleva-se a voz de uma entidade feminina, onipresente e onisciente. Um século após a publicação de A montanha mágica, Olga Tokarczuk revisita o território de Thomas Mann e se apropria criativamente dele, mesclando história de horror, comédia, imaginação desenfreada e parábola feminista — e tudo construído com um extraordinário brilho narrativo. "Ágil e perturbador." - Hari Kunzru, The New York Times "Uma resposta feminista deliciosamente travessa à Montanha mágica, de Thomas Mann." - Claire Allfree, Daily Mail "Maravilhosamente inventivo: uma mistura de fábula histórica e romance policial metafísico, ao mesmo tempo um afetuoso e satírico gesto de desafio a Thomas Mann e Kafka." - Didier Jacob, Le Nouvel Observateur