Universo da obra
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Em Andanças de uma Viola de Cabaça, Gregório de Matos dá voz a um símbolo popular — a viola — transformando-a em metáfora viva da cultura e dos caminhos do povo. A “viola de cabaça”, instrumento ligado às festas, à música e ao improviso, percorre ruas, becos e tavernas da Salvador colonial, testemunhando os amores, os vícios, as alegrias e as mazelas da cidade. Com sua verve satírica, o poeta utiliza a viola como narradora silenciosa das contradições sociais, misturando lirismo e crítica social em versos que celebram o cotidiano do povo e zombam das elites. É a Bahia seiscentista vista pelo olhar das cordas e do couro, onde o riso é resistência e o som é denúncia.
Em Andanças de uma Viola de Cabaça, Gregório de Matos dá voz a um símbolo popular — a viola — transformando-a em metáfora viva da cultura e dos caminhos do povo. A “viola de cabaça”, instrumento ligado às festas, à música e ao improviso, percorre ruas, becos e tavernas da Salvador colonial, testemunhando os amores, os vícios, as alegrias e as mazelas da cidade. Com sua verve satírica, o poeta utiliza a viola como narradora silenciosa das contradições sociais, misturando lirismo e crítica social em versos que celebram o cotidiano do povo e zombam das elites. É a Bahia seiscentista vista pelo olhar das cordas e do couro, onde o riso é resistência e o som é denúncia.
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