Bendito seja o mesmo sol em outras terras
Bendito seja o mesmo sol em outras terras é um poema que exalta a universalidade da natureza. Alberto Caeiro celebra o fato de que o sol que brilha sobre ele é o mesmo que ilumina lugares distantes e desconhecidos. Essa constatação, longe de despertar nostalgia ou desejo de viajar, reforça sua visão de contentamento com o aqui e agora. O poema reflete sua filosofia de que tudo o que existe é suficiente por si mesmo — e que a realidade, em sua simplicidade, é o que há de mais sagrado.
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