Comunidade · Disfarces reavidos
Frequentemente, o poeta se oculta e se transveste sob disfarces variados. A epígrafe deste poemário, que se refere aos habitantes do limbo dantesco, talvez sirva de expressão tutelar para o volume na medida em que aqui paira entre o que foi e a impossibilidade do que poderia ter sido, sob os disfarces da invenção. Em suas nove seções, os disfarces são reavidos por meio de pessoas, objetos, lugares, ou lugar nenhum, situações vivenciadas ou apenas imaginadas, ao livre-arbítrio da memória. Os versos se articulam livremente ou em formas fixas da tradição literária, quando assim o tema dialoga com certos costumes do passado, que não deixaram de se impor no presente. Premido em devaneios, certo posicionamento político do autor não ficou de fora, em face dos tempos obscuros em que vivemos. Fonte MEC Livros: https://meclivros.mec.gov.br/search/view-work?id=1000026 Comunidade oficial desta obra no Comunik. Espaco para conversas, teorias, novidades e interacao entre leitores e autores.
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