Como um grande borrão de fogo sujo
Como um grande borrão de fogo sujo é um poema em que Alberto Caeiro observa o pôr do sol de forma crua e desromantizada. Ao descrevê-lo como um “borrão de fogo sujo”, o poeta rejeita a idealização poética comum e reafirma seu compromisso com a realidade tal como ela é. Para Caeiro, a beleza não precisa de adorno ou significado profundo — ela existe mesmo nas imagens imperfeitas e nos fenômenos mais banais. O poema é mais um exemplo de sua poética da simplicidade e da aceitação do mundo sem filtr...
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