Creio que irei morrer
Creio que irei morrer é um poema de tom sereno e direto, no qual Alberto Caeiro aborda a morte sem medo, mistério ou drama. Fiel à sua visão naturalista, ele a encara como um fato simples da existência — tão natural quanto viver. Não há desejo de eternidade nem angústia metafísica; apenas a aceitação tranquila de que a vida segue seu curso. O poema reflete sua filosofia de que tudo o que existe nasce, passa e desaparece — e isso é perfeitamente suficiente.
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