Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Maria João
Em Maria João, Gregório de Matos brinca com os limites da identidade e da moralidade ao apresentar uma personagem ambígua, que desafia as convenções de gênero e os costumes da Salvador colonial. Com seu estilo satírico e provocador, o poeta transforma Maria João em símbolo de transgressão — uma figura que incomoda, causa escândalo e, ao mesmo tempo, fascina. A crítica social aparece por meio da zombaria dirigida tanto à personagem quanto à sociedade que tenta escondê-la ou ridicularizá-la. Como...
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