Deito-me ao comprido na erva
"Deito-me ao comprido na erva" expressa a comunhão direta entre o poeta e a natureza. Alberto Caeiro, em sua simplicidade consciente, deita-se na relva não para pensar, mas para não pensar. Ele rejeita o peso das ideias e valoriza o estar presente, em corpo e sensação. O poema é uma ode à entrega ao instante, ao repouso do pensamento e à contemplação pura da existência sem angústia nem metafísica.
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