Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora
"Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora" é um dos poemas mais emblemáticos da recusa de Alberto Caeiro ao misticismo e ao simbolismo. Nele, o poeta critica a ideia de que há segredos escondidos por trás das coisas. Para Caeiro, as coisas são apenas o que são — e essa simplicidade é a sua maior verdade. Ao rejeitar interpretações ocultas, ele propõe um olhar direto, limpo e livre, celebrando o mundo visível sem necessidade de metáforas.
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