Fado
Fado (1941) partilha daqueles traços marcantes da poesia do autor evidenciando uma faceta trágica e expressionista que por momentos atinge algum paroxismo. O sujeito lírico revela-se sensível à tragédia de tipos sociais e humanos afligidos por uma chaga moral, um fado, e que não vislumbram nem encontram qualquer oportunidade social de se realizarem. Há neste livro (cf. “Fado dos Pobres”), como nalguma da sua narrativa, vultos humanos e sociais – velhos, prostitutas, dementes, estropiados, artist...
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