Li hoje quase duas páginas
Caeiro confessa, com uma sinceridade quase infantil, que leu “quase duas páginas” de um pensador — e isso bastou para lhe causar enjoo. Ele rejeita a filosofia que complica, que explica demais, que transforma as coisas simples em labirintos abstratos. Para ele, pensar demais é afastar-se do real. O poema é um manifesto contra o excesso de reflexão e a favor de uma vida vivida com os sentidos, não com teorias. Caeiro reafirma seu princípio: não é preciso compreender para viver — basta ver.
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