Não pararei de gritar: Poemas reunidos
“Senhores/ O sangue dos meus avós/ Que corre nas minhas veias/ São gritos de rebeldia”, declara Carlos de Assumpção no emblemático “Protesto”. Escrito em 1956, o poema causou furor quando foi apresentado ao público pela primeira vez, na Associação Cultural do Negro, em São Paulo. Seus versos reescrevem a diáspora africana e denunciam um Brasil que traz na sua origem as marcas da injustiça, da desigualdade e da discriminação social. Décadas mais tarde, sua atualidade se mantém. Com dor e revolta...
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