Confesso:
Eu poemo.
Todos nós
Deveríamos poemar
com mais frequência;
desengaiolar a língua,
desencaixotar sentidos.
Só então,
com essa poemação,
daremos abrigo da solidão
a nós mesmos:
Crisálidas
de novos desejos
que, revelados,
poderão se abrir
em um mundo
poematizalmente
e livremente amado.
E então?
Poemiremos ou não?
;)
Alberto Busquets
@todasasformasdepoesia
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 07/05/2024. A página antiga registra a data sem horário.