Na imensidão da terra
Seca do sertão
Encontro a solidão
Me faz refletir
Partir para meu lar
O mar
Na praia, o som
Me ajuda a sonhar
Com dias tranquilos
E momentos gentis
Ah, mar
Teu abraço salgado é refúgio
Trabalho, penso, descanso
Na tua grandiosidade, me lanço
A cabeça em desalinho
O coração perdido no caminho
Precisa de tua calmaria
Para encontrar a harmonia
Porque a desordem tá grande
E o peito, inquieto, não expande
Preciso do teu toque sereno
Para tornar o caos, ameno.
Al’mar!
🩵🐚🌊
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 19/06/2024. A página antiga registra a data sem horário.