O barulho da maré que vai e vem
Lembranças de um outono, amor
Ondas sussurram histórias de quem
Já se foi, e quem ficou em clamor
Amor próprio, ressignificando
No espelho das águas a se encontrar
Mudar a rota, seguir sonhando
Nas brisas do mar, aprender a voar
Renovar-se, como folhas ao chão
No outono que passa, a se despir
Avoar-se em nova estação
Renascer, deixar-se existir
Fluir!
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 24/06/2024. A página antiga registra a data sem horário.