Escrever me liberta de
Um mundo qualquer
De desinteresse e desassossego
Me faz entre versos sonhar
Não tenho pretensão de ser lida
Aclamada, ou aplaudida
Só quero que o sentimento
Ganhe forma e letras
Às vezes de dor
Às vezes de amor
Outras de solidão
Até mesmo de emoção
Aflição talvez?
Será?
Me Escutas?
Oi?
Há ruídos no caminho
Palavras em desatino
Desalinho
Que nascem do meu íntimo
E fazem do silêncio, canção
Livres
Desprendidas de razão.
❣️
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 25/07/2024. A página antiga registra a data sem horário.