Domingo, almoço
em família, crianças crescidas.
Paz aparente, mas falta você!
Que sempre sentava na
cabeceira da mesa, e já dizia logo
que sem blusa ninguém poderia comer, ensinamentos do meu avô.
Mas amávamos esses
momentos de estórias.
Militar, bravo, turrão,
muitas vezes precisei enfrentar.
Mas de você, eu trouxe a garra,
a determinação de sempre
querer ver bem aqueles que desejam estar.
E também trouxe o nome e
uma geração que não esquecerá o Senhor, pai, pois essa missão faço questão de cumprir.
Seu exemplo de força e amor
está gravado em meu coração.
Mesmo na ausência, sua
presença é sentida em cada decisão, em cada sorriso que compartilho, em cada luta que enfrento. (Bem que o senhor disse, dias antes de morrer
que não seria fácil.)
Que sua memória seja sempre
uma luz que guia meu caminho,
e que, mesmo sem sua voz,
eu possa transmitir a mesma
sabedoria que você me deu,
em cada gesto e palavra.
Com amor eterno e saudade,
seu legado viverá em mim,
hoje e sempre.
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 11/08/2024. A página antiga registra a data sem horário.