A(mar) é um fio sutil
Um toque leve que o vento leva
É o brilho no olhar de outro
Mesmo sem ser seu
Ver a felicidade e não
Querer mal é
Desejar paz
Verdadeira
Amar é doar-se
Aceitar o que não se pode mudar
É o sorriso, mesmo distante
Encontrar beleza no amor sereno
É saber que o carinho se transforma
Às vezes, soltar é necessário
E ser feliz com o simples
Mesmo que o coração precise
Acal(mar)!
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 16/08/2024. A página antiga registra a data sem horário.