Naquele caminho escuro
Já chorei e já andei
Por entre lágrimas e lama
Que para trás deixei
Jamais o revisitaria
Nem mesmo em agonia
Pois se assim eu sofreria
Penando em dobro estaria.
E as lembranças que já carreguei
Eu hoje ressignifiquei
Não quer dizer que esqueci
Elas serão sempre o que vivi.
Então, eu abro caminho
Para a vida que eu imagino
Esperando ouvir gargalhadas
Daquelas pessoas amadas
Porque eu fui feita pra isso
Sorriso aberto e preciso
À mão dada que anda comigo
Ao amor que é meu paraíso.
Eliz Leão
Postado quinta-feira, 02/05/2024
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 02/05/2024. A página antiga registra a data sem horário.