Como o Sol que toca a minha pele, ele perpassa seu olhar sobre meu corpo. Sinto seus dedos deslizando, como se fossem marcar a minha carne.
Queimando como lava quente em neve fria, onde as brumas do vapor formam cortinas brancas
Do acaso, se descortina meu desejo
Reteso sob um beijo enfeitiçado
Luxúria, como nunca imaginado
Finda a noite e amanhece... Eu acordo entre cacos, despedaçados da realidade.
Você é o íncubus que mora em meus sonhos? Venha noite e me leve de volta!
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 17/05/2024. A página antiga registra a data sem horário.