Insanamente
Revivo momentos
Desfaço amarras
Reviso palavras
Que não proferi
Por que nessa mente
Se planta sementes
De bem e de mal
Como nunca vi
É na ansiedade
Que ecoa o medo
Futuro ensejo
Do talvez sim
Aquieta o corpo
Contando o sopro
Até que equilibre
Sua mente em si.
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 21/05/2024. A página antiga registra a data sem horário.