Com a força da gravidade
Me mantenho aqui
Presa, da terra habitante
Cativa
Mas meus olhos
Têm os céus
É neles que viajo
Em vôo rasante
Passando entre nuvens
De ventos passantes
Fazendo piruetas
Por arcos de rodas gigantes
Com pássaros ultrapasso
Setentrionais espaços
Mas nada se compara ao seu amar.
Sexta-feira,
31
/05/2024
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 31/05/2024. A página antiga registra a data sem horário.