Todas as coisas que fizeram à você, não são suas.
Elas vieram e irão do mesmo jeito, deixe passar.
Eu sei, sei que é duro e vamos nos apegando a essas coisas,
E delas vamos criando muros para nos proteger.
Essa coisa tóxica que nos tirou a vida, a vida daquela criança,
cheia de sonhos e esperança.
Eu sei, sei bem do que nos calamos, quando a exaustão vem.
E se gritamos, para sermos ouvidas, quando sempre fomos silenciadas.
Mas saiba, essa força que te mantém viva, é diamante. Brilhe.
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 15/06/2024. A página antiga registra a data sem horário.