A todo segundo morre um eu.
E a todo momento nasce
O novo eu
Todo instante, a cada coisa que vejo
Vivo, ouço, leio e entendo.
Esse eu mais antigo, foi essencial
Para chegar onde estou
Para ser quem sou
Para viver o que me deixou
No passado
Como semente a germinar
A escada para o meu caminhar
Ao topo de mim mesma
Consubstanciando a essência de minhas vidas, vividas
Por mim e por meus amores
Fluidez, que trança
E traça seus saberes
Em minha vida.
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 27/06/2024. A página antiga registra a data sem horário.