Quando o amor,
É uma saudade imensa,
A gente chora e se lamenta.
Quando é luz, que queima e é sol,
A gente brilha e é intensa.
Quando é silêncio,
Não expresso, opresso,
A gente se contenta.
Quando é alma,
Pura calma, sente a presença.
Quando é mar, navega nele,
Te abrange e acalenta.
Quando é sonho, e você acorda,
Só sente, a diferença.
Quando é verso, você escreve,
Por toda vida e pensa,
Com o coração, eternamente,
Não existe maior recompensa.
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 09/07/2024. A página antiga registra a data sem horário.