Doida, doida, doidaaa,
Sou eu
Me viro inteira
Às vezes sou safada
E beijo o céu da tua boca com a língua
E pelos seus olhos eu
Me vejo inteira
E bem faceira
Eu corro e pulo no teu colo
Agarro com as pernas
Tua cintura e o teu pescoço
Enlaço com meus braços
E eu te amo pouco? Não!
Te amo, amo tanto
E feito um louco
Me derrete e me desfaz... o grito rouco e um riso solto.
Tua pele é tão minha quanto a minha é tua.
Nuuua!
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 23/07/2024. A página antiga registra a data sem horário.