Escalando as memórias de minha vida, sinto regozijo, tristeza e todas as outras emoções que surgiram em mim ao longo da minha caminhada.
Sinto que vivi, bem, tudo que eu me permiti.
Quando me permiti perdoar, quando me permiti odiar, quando guardei mágoas e quando chorei.
Me permiti além disso, sentir, intensamente, a densa e doce, longa ou curta essência de cada emoção.
Não me arrependo, pois foi assim que entendi exatamente o que eu sinto.
Hoje sou feita de amor e felicidade.
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 25/07/2024. A página antiga registra a data sem horário.