A poesia brinca
Neurônios em conexão
Dança e incendeia
Em plena transmissão
Tilintando feito cristal
Ou desabrochando
Em flores
Em profusão
Pingam, qual tinta
Em papel de aquarela
Colorindo a visão
Explodindo em festa
De lindas palavras
Conectando a alma
De quem lê
À do artesão.
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 25/08/2024. A página antiga registra a data sem horário.