Doa-se o coração
Que por natureza se expande
Ao olhar pela janela da vida
Vê flores em profusão
Sentimentos que ecoam
Nas pétalas da flor do mato
Singela
O seu retrato
De delicadeza e perfeição
Doa-se a fé tão plena que é de simplicidade que a felicidade é feita
E não a riqueza que a ganância espreita
Que traz tudo aquilo
Que nos importa de vez.
Doa-se
O sol que se faz
De dentro do teu sorriso,
Quando alcança a minha retina.
Eliz Leão
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 28/09/2024. A página antiga registra a data sem horário.