As vezes rio
As vezes mar
As vezes represa
Água contida
No meu peito
A transbordar
Se me abro
A correnteza
Vai arrastando
Tudo pelo caminho
Toda tristeza
Vai levando
Lágrimas
A minha alma
Lavando
A dor que
Há em mim
Deságua
No oceano
Enfim
Calmaria.
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 07/09/2024. A página antiga registra a data sem horário.