A noite chegou pesada.
Arrebatou-me ao sono, quase mortal.
Descansei!
Mas o dia não tarda, não falha.
Ele sempre vem, pontual,
Despontando a luz nas frestas da janela.
Iluminando a casa.
E o corpo, ainda pesado do sono de ontem a noite,
Como despertar?
Um pouco de água gelada no rosto
E uma xícara caprichada de café forte,
por favor!
Marge U
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 15/05/2024. A página antiga registra a data sem horário.