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“Enquanto houver vida, haverá esperança…”
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Quando a brisa toca meu rosto
Sinto a paz me encontrar.
Não penso em mais nada!
Fecho meus olhos,
mergulho profundamente em mim.
Respiro profundamente,
Deixo o ar fresco preencher meus pulmões.
E solto lentamente!
Assim, depois de algumas repetições,
A mente sente a leveza
De uma sensação de “quase” morte.
Com o rosto e língua dormentes
E levemente atordoada.
Se estiver em pé?
Quase caio.
Às vezes,
preciso me escorar em algum apoio!
Mas não caio, Sigo em frente.
Se for para partir?!
Que seja tentando chegar em algum lugar.
Eu até gosto…
Me faz lembrar, que o que senti
É por ainda haver vida aqui.
Marge U
fim…
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 29/06/2024. A página antiga registra a data sem horário.