Quando a porta bateu,
O coração dela parou de bater...
Seu corpo congelou-se, parou de aquecer.
Quando a porta bateu... ela se perdeu.
Do outro lado da porta, estava seu mundo,
Que fez as malas e partiu,
Deixando com ela, um sentimento profundo,
E ele... apenas fechou a porta e seguiu.
Se o seu mundo foi embora,
O que lhe resta, agora?
Como ela pôde ser tão inocente?
Depositou toda sua felicidade,
Em alguém capaz de partir de repente.
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 31/07/2024. A página antiga registra a data sem horário.