Ela nunca pertenceu a nada,
Nunca era lembrada...
E seguia... isolada...
Se via como impostora,
Nem de sua própria vida,
Ela se sentia autora.
Sua vida
Parecia um engano.
Vivia deprimida,
Coberta por um pano.
Seu sonho era, enfim, se encontrar,
Achar um motivo para amar a vida,
E pessoas para chamar de lar...
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 26/10/2024. A página antiga registra a data sem horário.