Escrevo de alma nua, completamente exposta, desnuda de amarras, sem borrachas, desmunida de respostas, aberta em linhas e rimas.
Escrevo palavras honestas, verdades floreadas para se tornarem digestas.
Escrevo o que a boca não fala, o que a alma cala…
Escrevo porque sinto, até mesmo o vazio do nada!
Escrevo como quem se lê, e, lendo a mim mesma, sei que também escrevo você.
Escrevo tudo isso, e sei que não escrevi nada.
É ínfimo o que tenho produzido.
Mesmo escrevendo bonito, ainda tenho muito que escrever…
Traduzindo meu caminho em letras, fluindo no papel o caminho que a caneta quiser escrever.
MarU
Publicado originalmente por @margeuek no Threads em 25/07/2026 às 18:29.